À tarde (de ontem), o cenário mudou. Como doutoranda, a discussão do PBL sobre Inovação e a abertura do terceiro problema trouxeram reflexões densas. Finalizamos o segundo problema do PBL com uma provocação necessária: o que realmente é inovação? e quem decide quem inova? desconstruímos o conceito superficial de "novidade tecnológica" para entender as condições reais que permitem a inovação acontecer, alinhando as percepções de todos que estão envolvidos nesse processo.
Iniciamos o terceiro problema focando na Sociedade da Informação. O debate girou em torno da plataformização e dataficação do ensino nas universidades, que nos permitiu "sair da caixinha" e nos tirar da zona de conforto. Essa imersão crítica nos impulsionou a buscar autores e evidências sólidas sobre a temática. Mais do que apenas cumprir uma etapa da disciplina, o encontro de plantou sementes para a construção de questionamentos: Como os algoritmos moldam o que entendemos por conhecimento?
"Inovar não é acumular artefatos; é, antes de tudo, um exercício de coragem para se desconstruir. Na aula de ontem, deixamos pelo caminho as certezas engessadas sobre o 'novo' para, no vazio da dúvida, construir novos paradigmas. Escolhi o caminho da desconstrução."
Olá, Débora! Se a inovação exige um processo de desconstrução de certezas, de que forma você pode investigar criticamente o papel da plataformização e da dataficação na educação, questionando quem define o que é conhecimento e como os algoritmos influenciam (ou limitam) a construção de novos paradigmas no ensino? Como você alinha estas novas aprendizagens com seu trabalho e com sua tese?
ResponderExcluirAcerca do seu questionamento, reflito da seguinte maneira: quando o ensino passa por processos de plataformização e dataficação, há uma tendência de valorizar o que é mensurável, rastreável e performático. Com isso, certos tipos de conhecimento, mais processuais, críticos ou subjetivos, podem acabar ficando em segundo plano, porque são mais difíceis de capturar em dados.
ResponderExcluirPor outro lado, esses mesmos algoritmos também podem ampliar acessos, personalizar percursos e abrir novas possibilidades de aprendizagem. A questão central, então, não é apenas a presença deles, mas como são utilizados, com quais intencionalidades e sob quais critérios.
Boa noite, compartilho dos mesmos questionamentos acerca das questões sobre inovação. Inovar é desconstruir conceitos antigos e renová-los com novas percepções, novas ideias e análises. Te pergunto, em nossa graduação, será que inovamos em nossas aulas? Nossos professores nos provocaram para isso?
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